do Diário Digital:
Passos: «Mercado da língua portuguesa» pode ser alternativa para professores portugueses
O primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, admite hoje, em entrevista ao Correio da Manhã, que os professores portugueses podem olhar para o «mercado da língua portuguesa» como uma alternativa ao desemprego que afeta a classe em Portugal.
«Em Angola e não só, o Brasil também tem uma grande necessidade, ao nível do ensino básico e secundário, de mão de obra qualificada», respondeu o primeiro-ministro quando questionado se aconselharia os professores excedentários em Portugal a abandonar a sua zona de conforto e procurar emprego noutro sítio.
«Sabemos que há muitos professores em Portugal que não têm, nesta altura, ocupação. E o próprio sistema privado não consegue ter oferta para todos. Estamos com uma demografia decrescente, como todos sabem, e portanto nos próximos anos haverá muita gente em Portugal que, das duas uma, ou consegue, nessa área, fazer formação e estar disponível para outras áreas ou, querendo manter-se, sobretudo como professores, podem olhar para todo o mercado de língua portuguesa encontrar aí uma alternativa», disse.
De facto, a gente ouve, lê e não acredita. Um primeiro ministro de um país o que tem a dizer ao seu povo é que... emigre!
Que emigre!
Não há esperança possível na visão do nosso primeiro ministro, não há solução para alguns neste país. Devem sair dele!
Que espanto! Que espanto!
Se não é para nos dar esperança e procurar os melhores caminhos para os seus (neste país, claro) para que queremos um 1º ministro?
Ao que isto chegou! o que fizemos para merecer isto?
De facto, a mala de cartão, as gares de Paris já não são coisa do passado. Que miséria! lutaram gerações de Portugueses para ouvir isto em 2011. Se quem nos governa não tem esperança, demitam-se! demitam-se! desistam

2 comentários:
O facto é que vemos, ouvimos e lemos. E não podemos ignorar (já dizia o poeta).
Se o povo não acorda somos nós que temos que o acordar!
Beijo, João.
Maria:
Isto atingiu mesmo o climax (ou não? o que nos espera ainda?)
Irra! Basta!
João
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